Botox ou preenchimento: qual a diferença?


Débora Lublinski
por: Débora Lublinski

pele rosto mulher

A escolha do tratamento ideal depende de cada história, expectativa e bolso também (Foto: CrayonStock)

O assunto não é mais tabu há tempos, ninguém esconde que fez ou que deseja fazer. O resultado também não fica artificial e caricato, como antes (que bom!). Mas ainda ouço muita gente confundindo os tratamentos que a dermatologia oferece para deixar a gente mais jovem e bonita. Então, vamos lá, explico aqui!

A toxina botulínica (Botox é a marca registrada da farmacêutica Allergan, mas existem outros fabricantes renomados também) é uma substância indicada para relaxar a musculatura de alguns pontos do rosto. Portanto, serve para as rugas de expressão, o que os médicos chamam de rugas dinâmicas. São aquelas que se formam quando estamos movimentando a face, como a linha entre as sobrancelhas (que aparece quando fazemos cara de brava), as linhas paralelas na testa e os pés-de-galinha (ao redor dos olhos). Para tais rugas, a toxina é a solução, até mesmo como prevenção, para que não marquem definitivamente a pele. Isso é o básico e mais comum, mas há outros usos também, como levantar a ponta do nariz e corrigir gengivas aparentes.

Já o preenchimento à base de ácido hialurônico (material seguro e reabsorvível, ou seja, temporário, sem risco e o mais usado entre os dermatologistas) vai agir nas rugas estáticas. São aquelas que ficam aparentes mesmo com o rosto imóvel: o bigode chinês ou sulco nasolabial, linha que vai do nariz ao canto da boca. Além das linhas de marionete (do canto da boca para o queixo, que deixam a aparência tristinha) e das rugas periorais, ao redor dos lábios, muito comum em quem fuma. São diversos tipos de ácido hialurônico, com diferentes densidades, capazes de preencher com naturalidade linhas finas ou evidentes. Também é usado para aumentar o volume da boca, definir o contorno dela, suavizar olheiras e até preencher cicatrizes de acne.

Outro tratamento antienvelhecimento padrão em dermatologia é o chamado 3D – fica natural, rejuvenesce, mas não transforma você em outra pessoa. Ele inclui os dois anteriores (ou seja toxina botulínica e preenchimento), além de outros procedimentos extras como laser ou peeling para melhorar a textura da pele. A escolha do tratamento ideal, no entanto, vai depender de cada história, expectativa e bolso também. Entendida as diferenças, agora você pode ter uma conversar franca com o seu dermatologista.

  • Débora Lublinski

    Jornalista e mãe da Marina, Débora Lublinski trabalhou por 15 anos em revista feminina cobrindo beleza, saúde e bem-estar. Mas não vive apenas de glamour e sabe bem o malabarismo que é se cuidar sem descuidar dos filhos, da casa, do casamento e da carreira

Data da postagem: 17 de fevereiro de 2016

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