Enxoval: o que ainda vale trazer do exterior (e o que comprar aqui)


Natália Folloni
por: Natália Folloni

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(Foto: Arte It Mãe / Divulgação)

Com a alta do dólar, muitas grávidas agora se perguntam: ainda vale a pena viajar para o exterior para comprar o enxoval? A advogada Monique Telaroni, 26, que está na 28a semana de gravidez, decidiu embarcar para os EUA mesmo assim, depois de fazer a comparação dos preços de produtos importados vendidos por aqui. “Economizei muito”, conta Monique. Além disso, o que chamou a atenção da gestante foi a variedade. “Comprei objetos que nem sabia que seriam necessários, como bolsa térmica para os seios inchados, cinta térmica para aliviar a cólica do bebê e até mesmo chupeta que brilha no escuro”, afirma. A dica para controlar os gastos, nesse caso, é comprar apenas o que realmente será útil para os pais e o bebê. “Há muita coisa linda que acaba nos fascinando, por isso, tem de manter o foco e aproveitar as promoções (que são muitas)”, sugere.

A assessora de compras Mariana Cruso, da Fashion Baby New York (FBNY), diz que a clientela voltou a crescer nos últimos meses. Provavelmente porque os produtos importados se tornaram ainda mais caros por aqui por conta da adaptação ao aumento do dólar. “Quando se compara os preços do mesmo produto nos dois países, ainda existe uma grande diferença no valor final”, comenta Mariana. Já Taluana Adjuto, assessora de compras do Mamãe em Miami, reforça que a maioria, de fato, ainda custa a metade ou menos do preço nos EUA – confira alguns itens na galeria de fotos abaixo. “Há carrinhos, por exemplo, que saem por um terço do valor. Isso sem contar que alguns produtos não são vendidos no Brasil”, diz. Além disso, para Mariana, certos itens estrangeiros têm mais qualidade do que similares disponíveis em lojas brasileiras. Entre eles, ela cita os saquinhos para levar a fralda suja nos passeios, protetores de seios e bodies.

Para quem tem interesse em trazer o enxoval do exterior, mas não quer arcar com a viagem, há serviços de assessorias de compras que entregam boa parte dos produtos aqui, como a FBNY. “Os produtos são entregues a algum amigo ou familiar do cliente que vá aos EUA ou em nossa filial em São Paulo”, diz Mariana. “Já despachar pelo correio, na maioria das vezes, não compensa financeiramente”, completa Taluana. No entanto, tem coisas que as próprias assessorias de compras indicam que a gestante deixe para comprar no Brasil mesmo. É o caso de peças mais exclusivas, como roupas feitas à mão e saídas de maternidade, que podem ser mais caras no exterior. Assim como itens que ocupam muito espaço na mala, como travesseiro de grávida e esterilizador de microondas, já que a diferença de preços não é tão grande. Faça as contas e boas compras!

  • Natália Folloni

    Nossa repórter adora crianças e acredita que uma mulher pode ser a melhor mãe do mundo sem abrir mão de sentir-se linda e realizada

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