10 cuidados para seu filho ficar seguro na água


Natália Folloni
por: Natália Folloni

Imagem crianças na água

(imagem: Freeimages)

O assunto é sério: no Brasil, o afogamento é a segunda causa de morte e a sétima de hospitalização de crianças e adolescentes entre 1 e 14 anos. Os dados são ainda mais graves se a gente considerar que não se referem apenas a praia, rios e piscinas, já que os pequenos correm risco de se afogar até mesmo em baldes ou durante o banho. Como no verão as brincadeiras com água são mais frequentes, reunimos dicas para proteger seu filho.

1. Piscinas devem ser isoladas com cercas maiores que as crianças, que não possam ser escaladas ou que tenham travas de segurança ou cadeados.

2. Sempre esvazie e guarde virados para baixo baldes, banheiras e piscinas infantis.

3. Nunca deixe as crianças sem vigilância e próximas a pias, vasos sanitários, banheiras, baldes e recipientes com água.

4. Evite brinquedos e outros atrativos próximos à piscina e reservatórios de água.

5. Sempre que levar os pequenos para algum lugar, como à casa de algum amiguinho, por exemplo, informe-se se há piscina e se ela está protegida, e garanta que algum adulto possa supervisionar as crianças.

6. Se a criança estiver em embarcações, próxima a rios, represas, mares e lagos, o ideal é usar um colete salva-vidas. Boias e outros equipamentos infláveis passam uma falsa segurança.

7. É importante que as crianças aprendam a nadar com instrutores qualificados ou em escolas de natação especializadas. Se os pais ou responsáveis não sabem nadar, devem aprender também. Uma pesquisa norte-americana mostrou que aulas regulares de natação reduzem o risco de afogamentos em 88% entre crianças de 1  4 anos.

8. Pais, responsáveis, educadores e outras pessoas que cuidam de crianças devem aprender técnicas de primeiros socorros.

9. Instrua babás e demais cuidadores sobre os perigos e enfatize a necessidade das barreiras de proteção e da supervisão constante das crianças.

10. Tenha um telefone próximo à área de lazer – anote o número do atendimento de emergência: SAMU (192) e Corpo de Bombeiros (193).

Fontes: Criança Segura; Kennedy Shrive National Institute of Child Health & Human Development (EUA)

  • Natália Folloni

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