Quando o palpite é bem-vindo?


Daniela Folloni
por: Daniela Folloni
Jornalista fundadora e diretora de conteúdo do Portal It Mãe

Confesso: palpites me irritavam muito logo que virei mãe. Tudo porque eu sempre fui muito dona do meu nariz e decidida.

Mas aí vai a confissão 2: depois que virei mãe, tive que colocar meu orgulho no bolso e admitir que muitos dos palpites que ouvi foram úteis.  Como disse no post anterior, conforme a gente vai ficando mais habituada a ser mãe, lida melhor com eles e, no meu caso, até gosta.

Hoje, quando não ouço palpite, ligo para pedir opinião! para minha mãe e minha sogra especialmente. É que as questões da educação dos filhos são muitas vezes complexas e vale a pena ouvir um segundo ou terceiro ponto de vista.

As amigas também são bem-vindas, porque estão no mesmo barco, são da mesma geração que a minha e me ajudam a ver que não estou sozinha dos infinitos dilemas maternos. Então, recorro à opinião delas também, sem o menor pudor.

Até as professoras da escola também entram em cena, dando palpites ótimos. Foram elas as minhas aliadas, por exemplo, no momento de desfralde do Fe. Sem que eu pedisse, sugeriram o momento de comprar as cuecas! Fui na delas e deu muito certo.

Um ditado africano diz que você precisa de uma vizinhança inteira para criar uma criança. Cada vez mais vejo que isso faz sentido. Depois que a gente aprende a não ver o palpite como uma ameaça à nossa capacidade de ser mãe, começa a tirar proveito dele. E isso é ótimo.

Um beijo,

Dani Folloni

  • Daniela Folloni

    Jornalista, mãe de Isabela e Felipe, trabalhou nas revistas Vogue, Cosmopolitan e Claudia. Acredita que toda mãe merece sucesso, diversão, romance e oito horas de sono

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